Assembleia de Pais, 11 de Junho de 2012


Caros Pais

No próximo dia 11 de Junho vai realizar-se mais uma Assembleia de Pais da Apeagesátão, na Escola Ferreira Lapa em Sátão, pelas 18,30h.

Desta forma pretendemos mais uma vez reunir os Pais e estes poderem discutir a vida Associativa de Pais no Agrupamento e poderá ser mais uma oportunidade para se darem contributos para uma Escola melhor.

A convocatória está aqui e vai ser distribuída a todos os Pais e Encarregados de Educação do ensino pré-escolar, 1º, 2ºciclo e 3º ciclos, excluindo os Pais e Encarregados de Educação dos alunos da Escola de Ferreira de Aves: Conv_2012_06_11_Apeagesatao

A Apeagesátão conta mais uma vez com a Vossa presença e contributos.

Apeagesátão


Audição Parlamentar sobre Educação Especial – 9 de Maio de 2012


A Apeagesátão na qualidade de Secretário da Direção da CNIPE esteve presente na audição parlamentar sobre a Educação Especial.

Pode consultar todos os contributos aqui: http://www.arlindovsky.net/2012/05/audicao-parlamentar-sobre-educacao-especial/

Acresce a isto o facto de ter ficado surpreendido que a Educação em portugal continua a não garantir a equidade a todos os alunos o que contraria e infringe a Constituição Portuguesa.

Apesar de já existirem boas práticas quando à Educação Especial ainda há muito para fazer.

A Apeagesátão continua a estar atenta a estes alunos normais e a procurar ter assento nos Órgãos que melhor poderão representar os nossos filhos e Educandos.



Mais um mau serviço, prestado aos nossos filhos e educandos (Escola Frei Rosa Viterbo)


A Apeagesátão teve conhecimento dos últimos desenvolvimentos na AP da Escola Secundária Frei Rosa Viterbo, ocorridos no passado dia 27 de Abril.

Cabe a cada um de nós tirar a devida lição!

” Foi com muita surpresa que, enquanto pessoa da comunidade escolar, recebi uma convocatória para uma reunião cuja ordem de trabalhos pressupunha a eleição dos órgãos da associação de pais da escola secundária.

Hoje, dia 27 de abril, terá sido “eleita” uma nova lista para a direção, lista composta por catorze pais, apesar de na assembleia apenas terem votado cinco pessoas. Agora é tudo legal?

Em tempos, não muito longínquos, na escola secundária era este o panorama das reuniões de pais e sempre que isto acontecia era convocada nova reunião, pois, em democracia como é possível eleger uma associação com uma representatividade quase nula?!

Onde esteve a mobilidade de pais a que se assistiu nas últimas assembleias em que os objetivos eram outros?

Questiono, o que é uma associação de pais? Não será para defender uma escola melhor para os nossos filhos?

Serão estas as pessoas que tanto defendem as conquistas de abril… a democracia… a verdade…

Afinal, os agora “eleitos” têm duas associações mas não deve ser para defender a escola… não deve ser para defender os alunos… não deve ser para defender a formação… a democracia… será para defender o quê?

O papel dos pais é muito mais importante que tudo o que tem sido feito nos últimos tempos em Sátão.

PS: pelo conhecimento que tivemos, ao presidente da assembleia, até às 19 h 30 não chegou nenhuma lista.”

(email recebido no endereço eletrónico), 28 de Abril de 2012

Apeagesatao


Seminário em Viseu como (Re) pensar a relação Escola – Família – 19 de Maio de 2012


Caros Pais

Vem a Apeagesátão divulgar um Seminário que vai decorrer em Viseu no próximo dia 19 de Maio, que pensamos ser do Vosso maior interesse.

Pais e professores lutam pelo mesmo sonho – o de tornar os seus filhos e alunos felizes, saudáveis e sábios – e cultivam os terrenos mais difíceis de serem trabalhados: os da inteligência e da emoção.”

Augusto Cury

Consultem toda a informação aqui: II SEMINÁRIO Divulgacao


Sobre o novo regime de matrículas


SOBRE A NOVA CONSTITUIÇÃO DE TURMAS NA ESCOLA

A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação lamenta que o Despacho n.º 5106-A/2012 tenha vindo introduzir algumas alterações no regime de funcionamento das escolas e de constituição de turmas, as quais se constituem como um retrocesso em relação ao modelo atual.

Em concreto, referimo-nos às seguintes mudanças:

- as turmas dos 5.º ao 12.º anos de escolaridade passam a ser constituídas por um número mínimo de 26 alunos e um máximo de 30 alunos;

- nos 7º e 8º anos de escolaridade o número mínimo para a abertura de uma disciplina de opção do conjunto das disciplinas que integram as de oferta de escola passam a ser de 20 alunos;

- nos cursos científico-humanísticos e nos cursos artísticos especializados, no nível secundário de educação, o número mínimo para abertura de uma turma passa a ser de 26 alunos e de uma disciplina de opção de 20 alunos.

Esta forma de conceber a constituição de turmas confirma que os responsáveis pelo Ministério da Educação se debruçam exclusivamente sobre os números e as estatísticas, esquecendo que a Escola é feita de pessoas. Mais alunos por turma gera um ensino mais barato, mas de pior qualidade: quanto mais crianças e jovens se agruparem numa sala de aula maiores serão os estímulos à distração e à desconcentração e menores as possibilidades de haver um ensino mais individualizado.

A CNIPE lamenta, assim, que esta medida nem contribua para a melhoria da qualidade do ensino, nem para o sucesso das aprendizagens dos nossos alunos.

Já no início do ano letivo de 2011/2012 a mudança do número de alunos nas turmas do 1º ciclo foi por nós rebatida, dado que é extremamente difícil conseguir sucesso escolar sustentado com turmas compostas por mais de 18 alunos.

A CNIPE entende que aumentar o número de alunos por turma hipoteca o futuro dos nossos educandos e reduz as possibilidades da Escola pública poder contribuir para um salto qualitativo da nossa sociedade. Esta medida em nada contribui para um aumento da “exigência” e do “rigor”, tão propalados pelo Ministro Nuno Crato enquanto Docente e Presidente da APM. Ela só serve outros interesses que não são certamente os educativos.

O Estado tem obrigação de promover uma Escola Pública capaz de ministrar um ensino com qualidade e a Educação deve continuar a ser um privilégio ao alcance de todos. O domínio educativo, tão importante para o nosso futuro enquanto país, deve estar a salvo dos permanentes cortes e restrições orçamentais.

Por último, este despacho ainda não prevê a heterogeneidade (a junção na mesma turma dos alunos com mais dificuldades e dos melhores alunos) como princípio a seguir na formação das turmas, mas deixa entreaberta a porta para decisões segregacionistas por parte dos diretores da Escolas.

A CNIPE recusa que possam existir turmas diferentes consoante o ritmo de aprendizagem dos alunos, porque isso seria retroceder aos tempos das Escolas Primárias do Antigo Regime, perpetuando-se, através da escola, as desigualdades sociais que cada vez são mais evidentes no nosso país.

A Cnipe


Ainda sobre o novo despacho sobre as matrículas dos nossos filhos e educandos


O Despacho 5106-A/2012, diz que a escolha do estabelecimento de ensino [...] está condicionada à existência de vaga nas escolas pretendidas assim como à aplicação dos critérios e ou prioridades na admissão dos alunos.

E quais são essas prioridades? São várias:

1. Alunos com necessidades educativas especiais.

2. Alunos com irmãos já matriculados no agrupamento ou escola.

3. Alunos com pais a residirem ou a trabalharem na área de influência do agrupamento.

4. Alunos que, no ano letivo anterior, tenham frequentado o pré-escolar ou o ensino básico noutra escola do mesmo agrupamento.

5. Alunos mais velhos, em caso de matrícula, e mais novos, quando se trata de renovação de matrícula.

É fácil de verificar que são poucas as mudanças introduzidas pelo novo regulamento de distribuição de alunos e criação de turmas



Matrículas no Ensino Pré-Escolar e 1º ano do 1º Ciclo para o próximo ano letivo


Informamos todos os interessados que, de acordo com a legislação em vigor, o período de matrículas para o próximo ano letivo, na Educação Pré-Escolar e no 1º ano do 1º Ciclo do Ensino Básico terá lugar entre 15 de abril e 15 de junho de 2012.

NOTA: A matrícula para o 1º ano do 1º ciclo do Ensino Básico é realizada na plataforma informática disponibilizada pelo Ministério da Educação e Ciência, que exige a autenticação dos dados pessoais de aluno e respetivo encarregado de educação a partir do Cartão de Cidadão. Assim, alerta-se os pais e encarregados de educação para a necessidade de, no ato da matricula, possuírem os seguintes documentos:

Cartão de cidadão do aluno e respetivos PIN’s;

Cartão de Cidadão do encarregado de educação e respetivos PIN’s.


A Apeagesátão reuniu, através da CNIPE com a Associação Nacional de Municípios em Coimbra


  

Mais competências devem representar melhores apoios aos

alunos , defendem os pais

 

A Apeagesátão como elemenento da Direção da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) manifestou hoje o desejo de que o reforço das transferências de competências para os municípios represente também uma melhoria dos apoios aos alunos.
A organização reuniu-se em Coimbra com a Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) para lhe transmitir as suas preocupações e “alertar para que em sede de negociação com o Governo também possam acautelar o eventual reforço de verbas”.
Maria José Viseu, presidente da CNIPE, realçou à agência Lusa a importância de se assegurarem as dotações financeiras adequadas “para que a escola possa funcionar normalmente”, designadamente para refeições, transportes escolares e “técnicas operacionais” (antigas auxiliares de ação educativa).
“Estamos numa altura em que cada vez mais as famílias recorrem aos apoios sociais e isto são sobretudo apoios sociais. A nossa preocupação é no sentido de se garantir que os apoios irão continuar e que não haverá quebras”, sustentou.
Maria José Viseu adiantou à agência Lusa que se tratou de “uma reunião de trabalho” para “tentar perceber como se irá passar o próximo ano letivo”, aproveitando para expressar particulares preocupações relativamente aos transportes escolares, alimentação ou gestão dos edifícios escolares
Na sua perspetiva, é preciso haver uma definição “sobre o que são competências dos municípios e o que são competências do Ministério da Educação e das escolas”, para que “exista uma articulação entre todos”.
Maria José Viseu defende que os pais terão de ser chamados a participar em sede de reorganização administrativa escolar, nomeadamente no que respeita aos “Mega Agrupamentos”, nos conselhos municipais de educação.
“Que nenhuma reorganização educativa escolar seja feita sem passar pelo Conselho Municipal de Educação – que é o órgão próprio dos municípios -, e que todos os parceiros possam ser escutados”, sublinhou a presidente da CNIPE.